Comparativo de testes de Covid: qual o melhor?

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Os testes de Covid são a melhor alternativa para rastrear o vírus. Junto com outras medidas de segurança, como o uso de máscara e o distanciamento social, são muito eficazes para frear a transmissão.

Se você quer saber como proteger a sua saúde e a das pessoas ao seu redor, é hora de conhecer como os testes de detecção funcionam e qual o mais indicado para cada ocasião. Boa leitura!

A Covid-19

A Covid-19 é uma doença causada pelo vírus SARS-CoV-2. Ele faz parte de uma família já conhecida pelos cientistas, a dos coronavírus. Mas é o primeiro membro a se disseminar a ponto de causar uma pandemia mundial.

O primeiro surto de infecção humana pelo novo coronavírus foi identificado em Wuhan, a cidade mais populosa da China Central, e comunicado em janeiro de 2020. Em março, a OMS declarou uma pandemia global da doença, e em setembro já havia causado a morte de mais de 1 milhão de pessoas.

Apesar do epicentro da Covid ter sido a China, ainda não se sabe ao certo onde nem quando surgiu o SARS-CoV-2. Estudos científicos apontam que o vírus tenha surgido em um animal, provavelmente um morcego, antes de se espalhar para seres humanos. E pesquisadores italianos encontraram anticorpos em voluntários de um experimento em setembro de 2019.

Transmissão

A contaminação pelo vírus pode ser direta, quando entramos em contato com gotículas de secreção de pessoas infectadas (como o espirro e a tosse), ou indireta, quando tocamos em uma superfície contaminada e levamos as mãos aos olhos, nariz e boca.

A taxa de transmissão é alta, porém variável. Isso porque ela está relacionada à imunidade de cada um, à quantidade de pessoas em um mesmo lugar e às medidas de controle, além de variantes do vírus.

É por isso que autoridades da saúde recomendam o uso de máscara, cobrindo nariz e boca, para evitar a transmissão e o contágio, assim como não frequentar ambientes fechados e ter contato com pessoas fora do convívio doméstico.

Sintomas

Os sintomas da Covid-19 podem aparecer de dois a 14 dias após a contaminação. Eles são iguais aos de doenças respiratórias como a gripe: febre, dor de cabeça e no corpo, tosse seca e dificuldade para respirar. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 80% dos casos sejam assintomáticos.

O SARS-CoV-2 pode causar, também, complicações como problemas renais, cardíacos e nervosos, além de comprometer a coagulação do sangue. Isso acontece principalmente em idosos e portadores de doenças crônicas, por terem o sistema imunológico mais debilitado.

Diagnóstico e testes

A vacinação de toda a população contra o vírus ainda pode levar meses ou anos, enquanto as infecções assintomáticas, que são a maioria dos casos, impedem a diferenciação de uma doença respiratória comum. E mesmo vacinado é possível pegar e transmitir a doença.

Por isso, testes de Covid são a única forma de atestar a infecção, atual ou passada, além de identificar e isolar infectados, evitando a transmissão e garantir a segurança de todos.

Tipos de testes de Covid

Você já deve ter ouvido falar de vários métodos para detecção da Covid-19. Cada um deles tem um alvo diferente, e por isso a indicação é para estágios distintos da doença.

Confira os principais testes de Covid e veja qual o mais indicado para cada momento:

Teste de Antígeno

Homem usando equipamentos de proteção fazendo coleta via swab nasal em uma mulher usando máscara
Testes de antígeno são mais rápidos e baratos, mas pouco precisos.

Também chamado de “teste rápido”, esse é o teste mais popular, à venda em farmácias e laboratórios por um preço mais baixo. Ele utiliza o swab nasal, um tipo de cotonete, que precisa raspar o fundo do nariz ou da garganta.

Depois de colhida a amostra, em até 30 minutos o teste de antígeno busca fragmentos (proteínas) da película que envolve o material genético do vírus para apontar a infecção.

Mas o que parece ser uma vantagem pode se transformar num problema: o método simplificado, que possibilita um resultado rápido, é pouco sensível. Por isso, recomenda-se que seja feito após alguns dias de infecção por causa da baixa sensibilidade.

Testes poucos sensíveis têm alto risco de ter resultado falso negativo ou falso positivo. É por isso que, em caso de resultado positivo, recomenda-se confirmar o diagnóstico fazendo outro teste, o PCR.

Teste RT-PCR

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O RT-PCR é considerado o padrão-ouro dos testes de Covid.

Assim como o teste de antígeno, o RT-PCR também usa swab nasal e é um teste molecular. Mas em vez de buscar “rastros”, o alvo aqui é o próprio material genético do vírus.

E isso faz toda a diferença: não por acaso, o RT-PCR é considerado o “padrão-ouro” dos testes de detecção. Ele é muito mais preciso e capaz de identificar a infecção desde o início.

Os pontos negativos geralmente são o preço, mais alto que o dos testes de antígeno, e o tempo até a liberação do resultado, que pode demorar, em média, até 3 dias.

Teste PCR-LAMP

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Considerado uma evolução do RT-PCR, o método PCR-LAMP é ainda mais prático e barato.

Este teste de Covid é uma alternativa equivalente ao RT-PCR, porém mais prática, segura e barata. O método PCR-LAMP faz a análise do RNA do vírus a partir de uma amostra de saliva, o que elimina o desconforto do swab nasal.

Além de ser mais prático, barato e seguro do que os outros, o teste PCR-LAMP ainda pode ser feito em casa, no trabalho ou em qualquer lugar, desde que a amostra seja enviada ao laboratório em até 3 dias após a coleta. Após a chegada, o resultado é liberado em até 24h.

Outra vantagem é que a sensibilidade é de 80%, o que reduz as chances de um resultado falso-negativo. Já a chance de falso-positivo é de 1%. Por isso, pode ser feitos desde o início da infecção.

Teste de anticorpos

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O teste de anticorpos é o único que diz se você já teve a doença.

O teste de anticorpos é sorológico. Isso quer dizer que ele utiliza uma amostra de sangue. Este teste diz se a pessoa já teve ou não a doença em algum momento passado.

Esse teste de Covid tem como alvo as imunoglobulinas IgA, IgM e IgG. Elas são anticorpos, a memória da resposta imune para combater o vírus

Os anticorpos IgM e IgA são produzidos em torno do décimo dia de infecção, mas têm duração limitada. Já os anticorpos do tipo IgG são liberados depois, lá pelo 15º dia após o contágio, mas podem permanecer por meses ou anos na corrente sanguínea do paciente.

Comparativo de testes de Covid

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